domingo, 25 de abril de 2010
Os presidenciáveis e o dinheiro predador do ''capital motel''
"Nenhuma palavra se ouviu até agora de José Serra, Dilma Rousseff e até Marina Silva, a respeito do que fazer diante do capital-motel. Trata-se daquele dinheiro que chega de tarde ao Brasil, passa a noite e vai embora de manhã, depois de haver estuprado um pouquinho mais nossa economia, sem ter criado um emprego ou forjado um parafuso. Para enfeitar estatísticas, a equipe econômica celebra o ingresso desse capital especulativo ávido de locupletar-se com os juros mais altos do planeta. O diabo é que ao primeiro sinal de crise, como no ano passado, esses dólares vão embora. Ou nem vem.
O Banco Central já anuncia a retomada da ciranda dos juros, que poderão chegar a 11% no final do ano. Claro que para remunerar ainda mais o capital-motel, mesmo sob o pretexto de conter a inflação. Os especuladores nacionais também festejam. Não há barreiras reais para a evasão de divisas.
Como o presidente Lula não fez nada, seguindo em gênero, número e grau a política de Fernando Henrique Cardoso, espera-se alguma iniciativa por parte de quem vier a sucedê-lo. Talvez mais de José Serra, até, do que de Dilma Rousseff. Por enquanto, porém, com seu silêncio, os candidatos parecem coonestar a farra especulativa".(Carlos Chagas)
segunda-feira, 22 de março de 2010
NÃO AO TURISMO DO CRIME!
Em se tratando de Garanhuns, acho a ideia parecida com a da penitenciária feminina, quando discutíamos sobre a vinda para a cidade dos companheiros das detentas, quase sempre pertencentes ao mundo do crime. Como tal, o cassino atrairia os mais diversos trapaceiros para se beneficiar da facilidade da lavagem de dinheiro que o jogo de azar propicia. Quem sabe, facilitaria a contabilidade dos recursos desviados do turismo, da cultura e de outras fontes de governo. Ademais, quem seriam os empresários dos cassinos? Normalmente migram de Las Vegas, nos EUA.
Os cassinos incentiva a prostituição, feminina e masculina; o uso e tráfico de drogas, também são praticados nessas casas de jogos.
Precisamos combater a aprovação no Congresso, da Lei que estabelece o retorno dos cassinos ao Brasil, esta “expressão típica do capitalismo selvagem”
terça-feira, 2 de março de 2010
FEDERAL DE GARANHUNS
Não está no registro de nascimento a capacidade de se trabalhar e representar uma comunidade num eventual mandato. Miguel Arraes era cearense, e nem por isso deixou de fazer um trabalho reconhecido em nosso estado de Pernambuco. Lula é de Garanhuns, mas não realizou uma obra de destaque em sua terra, durante sete anos de mandatos. Isso não quer dizer falta de capacidade. É sim, falta de projetos. Lula não pode, direto do seu gabinete de presidente, elaborar os projetos que Garanhuns precisa para deixar uma marca de que passou pela Presidência da República o seu filho. Concordo com Paulo Camelo, quando diz que Garanhuns, perdeu a passagem do bonde e dificilmente terá outra oportunidade dessas, de ter um filho seu ocupando o mais alto cargo do poder. Garanhuns tem: Governador, Deputado e Prefeito aliados do Presidente. Entretanto, os projetos foram tímidos.
Será que, alem de Deputados Estaduais, não faltam outros cargos a ser ocupados por garanhuenses?
Porque nossa região não elege um Deputado Federal?
Falta-nos uma campanha para que não votemos nos forasteiros para Federal. Será porque não tínhamos um candidato?
Agora vamos ter. Já podemos começar a defender o voto para o Federal daqui.
Que cada um apresente o seu Federal. Eu já tenho o meu: Paulo Camelo, Engenheiro, militante de esquerda desde o movimento estudantil e com vantagem sobre todos os que aparecerem: é filho de Garanhuns.
Genaldo Barros
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
OPORTUNISMO NA POLÍTICA II
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O OPORTUNISMO NA POLÍTICA
Em outra oportunidade, ouvi de uma pessoa de que médico não deveria ser político, pois já tem um instrumento que lhe permite fazer um trabalho assistencial para a população: o diploma. Defendi desta vez, a necessidade de o médico ampliar seu poder de contribuição, elaborando leis – no caso do legislativo – que melhore a qualidade de vida da população; no caso dos executivos, destinando recursos nessa mesma direção.
Agora me pergunto: quem estava certo naquele momento?
O que leva o cidadão a se candidatar a um cargo eletivo se não pretende exercê-lo?
Porque um médico se elege vereador de um município e vai ser secretário em outro?
Acho uma falta de respeito para com o eleitor que o elegeu. Quando se vota em uma pessoa para um cargo, imagina-se que será representado naquela instância pelo eleito.
Com relação ao Doutor Dimas, fico estarrecido com o dinamismo da política. Não só pela sua capacidade de onipresença, mas também com a sua capacidade de adaptação. Lembro de um dia em que entrei na sala de repouso dos médicos do Dom Moura, onde o encontrei na companhia de outros colegas seus, assistindo, por acaso, um programa político do PT. Os outros médicos ficaram constrangidos com a minha presença, tamanha foi a “esculhambação” que foi dirigida aos meus companheiros na época.
Dr. Dimas era de extrema direita, hoje está no PDT, aliado do governo do PT e fazendo dobradinha com um Federal petista. Que maldição!?
Quem foi que mudou: o vereador, o PT, o PDT, ou todos querem fazer o povo de bobo e dizer que foram enganados o tempo todo, que a situação boa é a de hoje?
